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Produzindo evidências científicas com impacto social
O NetLab UFRJ é um laboratório de pesquisa em internet e redes sociais dedicado a diagnosticar o fenômeno da desinformação digital e suas consequências sociais no Brasil


Fraudes digitais como questão de segurança pública
Como a Meta lucra com anúncios fraudulentos sobre políticas públicas

Data Not Found
Transparência de dados nas redes sociais para garantir a integridade da informação

“A nova chance de colocar suas contas em dia!”
Novo Desenrola Brasil é acompanhado por aumento de anúncios fraudulentos
Destaques
Drauzio Varella é alvo de quase 3 mil anúncios falsos com uso de sua imagem, aponta pesquisa da UFRJ
Jornal O Globo - 29 de agosto de 2026 Esta semana, o ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, propôs um pacote de medidas sobre o uso, nas eleições, de deepfake — como é chamado o vídeo de conteúdo falso que disparou com a chegada da Inteligência Artificial. Só que o universo das celebridades conhece muito bem este submundo digital. Um levantamento do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais (NetLab) da UFRJ, dirigido pela professora
De Bíblia a Apple Watch: candidatos ao Senado direcionam anúncios a públicos específicos na Meta
g1 - 28 de agosto de 2026 De Bíblia e policiais militares a vagas de emprego e Apple Watch, candidatos ao Senado estão recorrendo aos interesses que a Meta associa a seus usuários para tentar fazer seus anúncios chegarem a públicos específicos no Facebook e no Instagram. Entre as 24 candidaturas ao Senado que usaram esse tipo de direcionamento, as 12 classificadas como oposição ao governo federal fizeram 312 escolhas de interesses. As outras 12, reunidas pelo estudo na base g
O eleitorado sob medida: Segmentação por interesses na publicidade eleitoral de candidaturas ao Senado nas plataformas da Meta
Nas eleições gerais de 2026, a Meta será uma das duas únicas empresas de plataformas digitais, ao lado do Kwai, a permitir formalmente a veiculação de publicidade político-eleitoral no Brasil. Ao longo do período de campanha, o NetLab UFRJ analisará o ecossistema da publicidade política digital, identificando os atores que anunciam, produzem e distribuem esses conteúdos, bem como práticas capazes de produzir desigualdades entre candidaturas. Esta análise tem como foco a compl
A disputa ao Senado no Meta Ads: Levantamento dos gastos de pré-candidatos em quatro estados
Nas eleições gerais de 2026, a Meta será uma das duas únicas empresas de plataformas digitais, ao lado do Kwai, a permitir formalmente a veiculação de publicidade político-eleitoral no Brasil. Ao longo do período de campanha, o NetLab UFRJ analisará o ecossistema da publicidade política digital, identificando os atores que anunciam, produzem e distribuem esses conteúdos, bem como práticas capazes de produzir desigualdades entre candidaturas. Esta análise tem como foco a compl
Governo Lula debate regulamentar acesso a dados e transparência de anúncios de big techs
Folha de S. Paulo - 25 de agosto de 2026 Está em discussão no governo Lula (PT) a publicação de um regramento determinando o modo como as big techs devem passar a disponibilizar os dados sobre os anúncios e impulsionamentos vendidos por elas em suas plataformas. Hoje só há obrigações de transparência sobre publicidade digital no Brasil no caso de empresas que permitam propaganda eleitoral paga, em decorrência de regras do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Nesta eleição, apen
Quem lucra com a profusão de conteúdos falsos sobre saúde
Nexo Jornal - 24 de agosto de 2026 Vídeos com médicos falsos têm viralizado nas redes sociais, atraindo audiência para promessas de curas milagrosas e recomendações sem embasamento científico. Os conteúdos, gerados por inteligência artificial, lucram com o engajamento dos usuários, atraídos pelo conteúdo apelativo. A profusão de postagens inaugura uma nova fase na indústria da desinformação em saúde, a partir de um modelo de negócios fraudulento que já se espalhou por vários
Brasil tem menos transparência em anúncios nas redes sociais que União Europeia e Reino Unido, aponta estudo
g1 - 19 de agosto de 2026 O Brasil oferece menos transparência para acompanhar anúncios publicados nas principais redes sociais do que a União Europeia e o Reino Unido, segundo um estudo desenvolvido pelo NetLab, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com o Minderoo Centre for Technology and Democracy, da Universidade de Cambridge. O relatório “Data Not Found: Transparência de redes sociais para a integridade da informação” comparou as condições de aces
Tarcísio e Haddad gastaram ao menos R$ 2,2 milhões em anúncios no Instagram e no Facebook em 2026, mesmo antes do início da campanha
g1 - 19 de agosto de 2026 Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT), os principais candidatos a governador de São Paulo, já gastaram ao menos R$ 2,20 milhões em anúncios no Facebook e no Instagram em 2026, antes do início oficial da propaganda eleitoral na internet e nas ruas, que começou no último domingo (16). O levantamento do g1 foi feito a partir da Biblioteca de Anúncios da Meta, que reúne informações sobre publicidade política nas plataformas da empresa
Discord tem até esta segunda para suspender lives no Brasil; especialistas avaliam proteção a menores
g1 - 17 de agosto de 2026 O prazo para a plataforma Discord desativar a funcionalidade de transmissão ao vivo no Brasil termina nesta segunda-feira (17). A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou que o serviço já não deve estar funcionando na terça-feira (18) com base no ECA Digital. (Saiba mais) Marie Santini, diretora do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab UFRJ), considera “acertada” a suspensã
Destaques
Drauzio Varella é alvo de quase 3 mil anúncios falsos com uso de sua imagem, aponta pesquisa da UFRJ
Jornal O Globo - 29 de agosto de 2026 Esta semana, o ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, propôs um pacote de medidas sobre o uso, nas eleições, de deepfake — como é chamado o vídeo de conteúdo falso que disparou com a chegada da Inteligência Artificial. Só que o universo das celebridades conhece muito bem este submundo digital. Um levantamento do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais (NetLab) da UFRJ, dirigido pela professora
De Bíblia a Apple Watch: candidatos ao Senado direcionam anúncios a públicos específicos na Meta
g1 - 28 de agosto de 2026 De Bíblia e policiais militares a vagas de emprego e Apple Watch, candidatos ao Senado estão recorrendo aos interesses que a Meta associa a seus usuários para tentar fazer seus anúncios chegarem a públicos específicos no Facebook e no Instagram. Entre as 24 candidaturas ao Senado que usaram esse tipo de direcionamento, as 12 classificadas como oposição ao governo federal fizeram 312 escolhas de interesses. As outras 12, reunidas pelo estudo na base g
O eleitorado sob medida: Segmentação por interesses na publicidade eleitoral de candidaturas ao Senado nas plataformas da Meta
Nas eleições gerais de 2026, a Meta será uma das duas únicas empresas de plataformas digitais, ao lado do Kwai, a permitir formalmente a veiculação de publicidade político-eleitoral no Brasil. Ao longo do período de campanha, o NetLab UFRJ analisará o ecossistema da publicidade política digital, identificando os atores que anunciam, produzem e distribuem esses conteúdos, bem como práticas capazes de produzir desigualdades entre candidaturas. Esta análise tem como foco a compl
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Nas eleições gerais de 2026, a Meta será uma das duas únicas empresas de plataformas digitais, ao lado do Kwai, a permitir formalmente a veiculação de publicidade político-eleitoral no Brasil. Ao longo do período de campanha, o NetLab UFRJ analisará o ecossistema da publicidade política digital, identificando os atores que anunciam, produzem e distribuem esses conteúdos, bem como práticas capazes de produzir desigualdades entre candidaturas. Esta análise tem como foco a compl
Governo Lula debate regulamentar acesso a dados e transparência de anúncios de big techs
Folha de S. Paulo - 25 de agosto de 2026 Está em discussão no governo Lula (PT) a publicação de um regramento determinando o modo como as big techs devem passar a disponibilizar os dados sobre os anúncios e impulsionamentos vendidos por elas em suas plataformas. Hoje só há obrigações de transparência sobre publicidade digital no Brasil no caso de empresas que permitam propaganda eleitoral paga, em decorrência de regras do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Nesta eleição, apen
Quem lucra com a profusão de conteúdos falsos sobre saúde
Nexo Jornal - 24 de agosto de 2026 Vídeos com médicos falsos têm viralizado nas redes sociais, atraindo audiência para promessas de curas milagrosas e recomendações sem embasamento científico. Os conteúdos, gerados por inteligência artificial, lucram com o engajamento dos usuários, atraídos pelo conteúdo apelativo. A profusão de postagens inaugura uma nova fase na indústria da desinformação em saúde, a partir de um modelo de negócios fraudulento que já se espalhou por vários
Brasil tem menos transparência em anúncios nas redes sociais que União Europeia e Reino Unido, aponta estudo
g1 - 19 de agosto de 2026 O Brasil oferece menos transparência para acompanhar anúncios publicados nas principais redes sociais do que a União Europeia e o Reino Unido, segundo um estudo desenvolvido pelo NetLab, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com o Minderoo Centre for Technology and Democracy, da Universidade de Cambridge. O relatório “Data Not Found: Transparência de redes sociais para a integridade da informação” comparou as condições de aces
Tarcísio e Haddad gastaram ao menos R$ 2,2 milhões em anúncios no Instagram e no Facebook em 2026, mesmo antes do início da campanha
g1 - 19 de agosto de 2026 Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT), os principais candidatos a governador de São Paulo, já gastaram ao menos R$ 2,20 milhões em anúncios no Facebook e no Instagram em 2026, antes do início oficial da propaganda eleitoral na internet e nas ruas, que começou no último domingo (16). O levantamento do g1 foi feito a partir da Biblioteca de Anúncios da Meta, que reúne informações sobre publicidade política nas plataformas da empresa
Discord tem até esta segunda para suspender lives no Brasil; especialistas avaliam proteção a menores
g1 - 17 de agosto de 2026 O prazo para a plataforma Discord desativar a funcionalidade de transmissão ao vivo no Brasil termina nesta segunda-feira (17). A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou que o serviço já não deve estar funcionando na terça-feira (18) com base no ECA Digital. (Saiba mais) Marie Santini, diretora do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab UFRJ), considera “acertada” a suspensã
Destaques
Drauzio Varella é alvo de quase 3 mil anúncios falsos com uso de sua imagem, aponta pesquisa da UFRJ
Jornal O Globo - 29 de agosto de 2026 Esta semana, o ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, propôs um pacote de medidas sobre o uso, nas eleições, de deepfake — como é chamado o vídeo de conteúdo falso que disparou com a chegada da Inteligência Artificial. Só que o universo das celebridades conhece muito bem este submundo digital. Um levantamento do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais (NetLab) da UFRJ, dirigido pela professora
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Nas eleições gerais de 2026, a Meta será uma das duas únicas empresas de plataformas digitais, ao lado do Kwai, a permitir formalmente a veiculação de publicidade político-eleitoral no Brasil. Ao longo do período de campanha, o NetLab UFRJ analisará o ecossistema da publicidade política digital, identificando os atores que anunciam, produzem e distribuem esses conteúdos, bem como práticas capazes de produzir desigualdades entre candidaturas. Esta análise tem como foco a compl
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Nas eleições gerais de 2026, a Meta será uma das duas únicas empresas de plataformas digitais, ao lado do Kwai, a permitir formalmente a veiculação de publicidade político-eleitoral no Brasil. Ao longo do período de campanha, o NetLab UFRJ analisará o ecossistema da publicidade política digital, identificando os atores que anunciam, produzem e distribuem esses conteúdos, bem como práticas capazes de produzir desigualdades entre candidaturas. Esta análise tem como foco a compl
Governo Lula debate regulamentar acesso a dados e transparência de anúncios de big techs
Folha de S. Paulo - 25 de agosto de 2026 Está em discussão no governo Lula (PT) a publicação de um regramento determinando o modo como as big techs devem passar a disponibilizar os dados sobre os anúncios e impulsionamentos vendidos por elas em suas plataformas. Hoje só há obrigações de transparência sobre publicidade digital no Brasil no caso de empresas que permitam propaganda eleitoral paga, em decorrência de regras do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Nesta eleição, apen
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Nexo Jornal - 24 de agosto de 2026 Vídeos com médicos falsos têm viralizado nas redes sociais, atraindo audiência para promessas de curas milagrosas e recomendações sem embasamento científico. Os conteúdos, gerados por inteligência artificial, lucram com o engajamento dos usuários, atraídos pelo conteúdo apelativo. A profusão de postagens inaugura uma nova fase na indústria da desinformação em saúde, a partir de um modelo de negócios fraudulento que já se espalhou por vários
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Tarcísio e Haddad gastaram ao menos R$ 2,2 milhões em anúncios no Instagram e no Facebook em 2026, mesmo antes do início da campanha
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